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Alexandre da Cunha
1969, Rio de Janeiro, Brasil - Vive em Londres, Inglaterra

​O processo de intervenção, apropriação e recontextualização de objetos cotidianos – usados principalmente pelo indivíduo que executa trabalho manual – é essencial às instalações esculturais de Alexandre da Cunha. Seu engajamento com a ideia de trabalho associado ao objeto, em particular o ato de limpar, é fundamental na compreensão do significado de sua poética – materializada, em sua maioria, pelo arranjo estético de materiais produzidos em massa: desentupidores, cerâmicas, tecidos ou vassouras. Em suas montagens neominimalistas, o artista faz com que objetos ricos em conotações sociais e culturais sejam reinventados e ganhem significação para além de sua função doméstica original.

TRIGÉSIMA
BIENAL DE SÃO PAULO
A IMINÊNCIA DAS POÉTICAS

7 DE SETEMBRO - 9 DE DEZEMBRO 2012
PARQUE DO IBIRAPUERA, PAVILHÃO DA BIENAL
SÃO PAULO
ENTRADA GRATUITA

HORÁRIO DE VISITAÇÃO
TER, QUI, SÁB, DOM E FERIADOS
DAS 9 ÀS 19H - ENTRADA ATÉ 18h
QUA E SEX DAS 9 ÀS 22H - ENTRADA ATÉ 21H
FECHADO ÀS SEGUNDAS
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