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Em Nome dos Artistas

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Sempre contemporâneos- mostra de cinema na exposição
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  • Em Nome dos Artistas; Educativo; cinema

20/10/2011 12:00

Com curadoria de Patrícia Durães, a mostra de cinema Sempre Contemporâneos apresenta um recorte de três programas para crianças e famílias. Com duração de aproximadamente 60 minutos,  as sessões Cinema sem palavras e Cômicos e animações reúnem clássicos norte-americanos produzidos no início do Século XX. A terceira seleção, Brincando com McLaren, homenageia o animador canadense com cinco de seus trabalhos. A programação revela filmes antigos que já nasceram contemporâneos.

Os filmes são exibidos aos sábados das 10h às 13h e nas quartas e sextas-feiras entre 14h e 16h, no Espaço de Diálogos, 1º Andar do Pavilhão da Bienal e a entrada é gratuita.

Programa I - Cinema sem palavras:

Casa Mal Assombrada, de Buster Keaton
Buster é um caixa de banco. Um pote de cola vira e começa a grudar em tudo, principalmente em dinheiro. Quando aparecem ladrões, ele não consegue se livrar deles porque suas mãos estão presas nos bolsos. O esconderijo de ladrões é uma casa assombrada projetada para afugentar a polícia.

Número, Por Favor?, de Harold Loyd
Em um parque de diversões, dois homens tentam conquistar o coração de uma jovem. Eles competem entre si enquanto tentam encontrar seu cão fugitivo, e correm para pedir a permissão de sua mãe para levá-la para um passeio em um balão de ar quente.

Dia de Pagamento, de Charles Chaplin
Charlie é um pedreiro profissional. Ele tem muito trabalho e se diverte muito quando vai ao bar. Quando sai para o trabalho, a sua esposa pega o salário que ele esconde no chapéu. Mas ele rouba a bolsa dela para que ele possa sair à noite. Ele tem muito trabalho para chegar em casa em uma noite muito chuvosa e,  quando ele chega, encontra sua esposa esperando por ele com um rolo de macarrão.

Quando:
   
08/out | sábado
29/out | sábado
02/nov | quarta-feira
04/nov | sexta-feira
19/nov | sábado
23/nov | quarta-feira
25/nov | sexta-feira


Programa II – Cômicos e Animações

Koko na Fábrica de Animação, de Dave e Max Fleischer
Os irmãos Max e Dave Fleischer, produtores e diretores de desenhos animados como Betty Boop e Popeye, criaram a série Out of The Ink Well (Fora do tinteiro) onde, no filme, artista e desenho interagem. Nesse episódio, o palhaço Koko usa uma máquina de desenhar que começa a fazer vários desenhos e apagá-los para desespero de Koko.

Jogo de Bilhar, de Edwin Middleton
Dois pretendentes para a mão de uma jovem, iniciam uma disputa em um piquenique onde irão realizar uma série de testes de habilidades. Após vários jogos, a disputa segue para um jogo de bilhar.

KoKo, o palhaço  - Uma Viagem para Marte, de Dave e Max Fleischer
O artista desenha várias máscaras e aparece o rosto de Koko. Imediatamente seu corpo sai de dentro de sua grande boca. O artista constrói um foguete e pede para Koko viajar até a lua. Koko não quer e tenta fugir, caindo dentro da nave. Assim, começa sua fantástica viagem mas para outro destino.

O Gordo e O magro em: Liberdade e seus Perigos, de Leo Mc Carey
Laurel e Hardy fogem da prisão. Seus comparsas os esperam lá fora de carro e, logo ao entrar no veículo, trocam as calças. Tentam desfazer o engano em qualquer lugar, mas um caranguejo cai na calça do Magro e fica espetando-o. Sobem até o último andar de um prédio em construção e acabam andando nas vigas de ferro, enquanto o Magro sofre com o crustáceo a espetá-lo...

Koko no Controle da Terra, de Dave e Max Fleischer
O palhaço Koko e seu cachorro Fritz caminham dentro de um lugar que abriga vários comandos sobre o planeta. Depois que Fritz pressiona uma alavanca, a terra fica fora de controle.

Quando:

15/out | sábado
19/out | quarta-feira
21/out | sexta-feira
05/nov | sábado
09/nov | quarta-feira
11/nov | sexta-feira
26/nov | sábado
30/nov | quarta-feira
02/dez | sexta-feira

PROGRAMA III – Brincando com McLaren

Cânone, de Norman McLaren
Ensaio visual sobre essa forma musical tão antiga, o cânone.  Três modos de expressão são utilizados pelo autor para alcançar a síntese de animação que ele propôs.  A trilha sonora é enriquecida com música gravada e música sintetizada.

Esferas, de Norman McLaren
Esferas de pérola translúcidas parecem flutuar sem peso no panorama ilimitado do céu, agrupando-se, afastando-se, às vezes colidindo como uma explosão estilizada de uma reação atômica em cadeia. Esta dança aérea é conduzida pela cadência musical de Bach, tocado pelo pianista Glenn Gould.

Era uma vez... uma Cadeira, de Norman McLaren
Cineasta ilustra o fenômeno incomum da revolta da matéria. Mas por que Homem e o Objeto não entram em acordo pela amizade?

Sincronia, de Norman McLaren
O que você vê é o que você ouve. Nesta obra-prima de 1971, McLaren conseguiu o que o mundo da arte audiovisual tentava há décadas: uma simbiose perfeita de imagem e som. McLaren, que vinha fazendo experiências na música eletrônica há muito tempo pintando a trilha sonora diretamente sobre a película, fez um movimento radical com Synchromy: cartões coloridos que representam o padrão de composição óptica foram colocados tanto na banda de som como na de imagem do filme, assim o espectador literalmente visualiza a música ou musicaliza a visão.

Capricho de Natal, de Norman McLaren
Curta de animação composto por três contos que trazem um divertido olhar sobre o Natal. No primeiro, figuras de papel dançam ao som de uma versão de "Jingle Bells"; no segundo, brinquedos de lata se divertem, e no último, uma criativa  história sobre decorar a árvore de Natal perfeita.  Este filme recebeu muitos prêmios e uma indicação ao Oscar.

Quando:

22/out | sábado
26/out | quarta-feira
28/out | sexta-feira
12/nov | sábado
16/nov | quarta-feira
18/nov | sexta-feira
03/nov | sábado


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